Bom, se visse na rua pessoas com cartazes na mão escrito coisas a favor da Igreja, falando de Deus e outras coisas, você seria a favor ou contra?
Se aparecesse outras pessoas, no mesmo lugar falando de Satã, ateísmo você seria a favor ou contra?
A questão que pretendo abordar é sobre o quanto a Religião nos influência. Se você tem uma, é criticado, porém, a maioria aceita, dependendo é claro de qual doutrina siga. Agora, se você não possuí uma, é dito que você precisa encontrar "Deus" e que é um perdido na vida.
O que nos diferencia tanto uns dos outros? A doutrina?! Os ideais de cada um?
Se somos livres para falar e expressar aquilo que temos vontade, o que verdadeiramente nos impede de falar de determinados assuntos? Ser submisso a uma religião? À uma ideia?
Em geral, a resposta é bem mais complexa do que podemos imaginar. Pelo simples fato de estarmos falando de um assunto tão delicado. Muitas pessoas são devotas porque PRECISAM ter no QUE acreditar. Outras não possuem uma por não verem necessidade e simplesmente não acreditam nesse tipo de história.
Outro ponto a ser falado é a Filosofia. Ao meu ver a filosofia é como uma religião, porém uma que te mostra conceitos e faz com que você pense e análise eles bem a fundo, nos auxiliando a chegar numa única ideia, a nossa. Ela só não é uma, pois não atende todos os requisitos para ser aceita como. Muitos de vocês vão discordar, tenho certeza disso. Mas, se for parar para pensar, como você chegou a esse tipo de ideia? Por que você discorda, ou o que te levou a essa conclusão? Me diga verdadeiramente, você chegou sozinho(a) até aqui?
Me fale verdadeiramente o que é a religião pra você? O quanto ela te influencia?
Tendo ou não uma religião o mais importante é saber o que ela é pra você. Se ela realmente te faz bem ou não. Acredito que o que também prejudique é o quão submisso você é. Se você se entrega completamente a uma ideia e faz dela o ar que respira, tenha certeza que você será uma marionete de mente fechada.
E por que ser chamado de "marionete" e "mente fechada"?
Simples. O fato de você ser submisso faz com que você tenha um pensamento limitado e não enxergue além. Facilitando assim, a manipulação. Mesmo que diga o contrário, essa é a verdade.
Portanto, a religião não deve ser um rótulo. Ela não defini aquilo que você é e em hipótese alguma, diz aquilo que você deve ou não acreditar. E para mim, a religião é uma base de conhecimento muito rica, porém, mal aproveitada. Existem muitas coisas que poderíamos aprender, mas, o desrespeito entre os religiosos e os ateus é maior.
Não estou defendendo os ateus e nem discriminando os religiosos. Pois, a religião é uma parte essencial. O homem completamente cético fica louco, da mesma forma que, se ele for completamente submisso a religião é ruim. Tudo aquilo em excesso, faz mal.
Não me considero ateia e nem devota. Primeiro porque o ateu não possui crença alguma, e a devota, segue uma ideia "fixa". Gosto da ideia de ser o meio termo. Você pode conhecer ambos os lados da moeda e ver como eles realmente são. Mesmo eu tendo esse tipo de pensamento, isso nunca me impediu de interagir com as pessoas, independente do que acreditam e desacreditam. Isso acontece pelo fato deles terem os próprios pensamentos, e isso, não os torna menos fiéis. O respeito e a troca de conhecimento é simplesmente incrível. As pessoas poderiam enxergar esse tipo de coisa e deixar todo esse pré conceito de lado e passar a ver as coisas com diferentes pontos de vista. Talvez assim, as coisas pudessem melhorar não?
Para finalizar, uma frase que achei bem interessante de Leon Tolstoi:
"O homem pode ignorar que tem uma religião, como pode também ignorar que tem um coração; mas sem religião e sem coração, não pode viver."
Me fale verdadeiramente o que é a religião pra você? O quanto ela te influencia?
Tendo ou não uma religião o mais importante é saber o que ela é pra você. Se ela realmente te faz bem ou não. Acredito que o que também prejudique é o quão submisso você é. Se você se entrega completamente a uma ideia e faz dela o ar que respira, tenha certeza que você será uma marionete de mente fechada.
E por que ser chamado de "marionete" e "mente fechada"?
Simples. O fato de você ser submisso faz com que você tenha um pensamento limitado e não enxergue além. Facilitando assim, a manipulação. Mesmo que diga o contrário, essa é a verdade.
Portanto, a religião não deve ser um rótulo. Ela não defini aquilo que você é e em hipótese alguma, diz aquilo que você deve ou não acreditar. E para mim, a religião é uma base de conhecimento muito rica, porém, mal aproveitada. Existem muitas coisas que poderíamos aprender, mas, o desrespeito entre os religiosos e os ateus é maior.
Não estou defendendo os ateus e nem discriminando os religiosos. Pois, a religião é uma parte essencial. O homem completamente cético fica louco, da mesma forma que, se ele for completamente submisso a religião é ruim. Tudo aquilo em excesso, faz mal.
Não me considero ateia e nem devota. Primeiro porque o ateu não possui crença alguma, e a devota, segue uma ideia "fixa". Gosto da ideia de ser o meio termo. Você pode conhecer ambos os lados da moeda e ver como eles realmente são. Mesmo eu tendo esse tipo de pensamento, isso nunca me impediu de interagir com as pessoas, independente do que acreditam e desacreditam. Isso acontece pelo fato deles terem os próprios pensamentos, e isso, não os torna menos fiéis. O respeito e a troca de conhecimento é simplesmente incrível. As pessoas poderiam enxergar esse tipo de coisa e deixar todo esse pré conceito de lado e passar a ver as coisas com diferentes pontos de vista. Talvez assim, as coisas pudessem melhorar não?
Para finalizar, uma frase que achei bem interessante de Leon Tolstoi:
"O homem pode ignorar que tem uma religião, como pode também ignorar que tem um coração; mas sem religião e sem coração, não pode viver."
A ciência é capaz tanto de contestar como de confirmar as afirmações da religião.
ResponderExcluir